Gerência de Estatística

 

A partir do século XIX, as chamadas ciências penais se consolidaram em importância. Isso porque elas se preocupam em estudar o fenômeno da criminalidade, ou seja, levam em conta as causas para que se possa compreender e explicar o fenômeno criminal.

 

Ensinam os grande mestres do direito e da sociologia criminal que pelas estatísticas se pode conhecer o nexo de causalidade entre determinados fatores e os crimes perpetrados. As estatísticas criminais servem, ainda, para traçar políticas criminais e estratégias de ações preventivas e repressivas.

 

A Estatística Criminal deve, então, servir de suporte para ofertar conhecimento para o processo de formulação e implementação de políticas públicas.

Realizados com o apoio dos diversos entes da Secretaria de Segurança Pública e Defesa do Cidadão de Santa Catarina, os estudos desenvolvidos integram as estatísticas criminais disponíveis e os indicadores produzidos e, por conseguinte, subsidiam as ações de segurança pública e combate à violência.

Para a reprodução fiel da situação no Estado de Santa Catarina, foram selecionados diversos tipos de crime, segundo critérios que vão desde a heterogeneidade de sua natureza até a dicotomia “violentos e não violentos”. Os mais evidentes são roubo, latrocínio, furto, estelionato, homicídio, tráfico de entorpecentes, estupro e atentado violento ao pudor.

As estatísticas divulgadas contemplam ainda outros tipos de informação, como os serviços e atendimentos prestados pelas polícias às comunidades onde atuam e são disponibilizados para toda a população através de diferentes meios, como a WEB e o Diário Oficial do Estado de Santa Catarina.

 

Anderson Soares André
Gerente de Estatística